sábado, 27 de novembro de 2010

Cap. 3 - O Retorno

Os dias se passaram e foram tranquilos entre ela e o cão chamado Brad. Os passeios foram frequentes apesar do frio que estava fazendo. Quando ele chegou a seu destino telefonou pra avisar que estava tudo bem e para avisar que havia deixado o pagamento no balcão e alguma reserva caso ocorresse alguma coisa com o Brad assim como o telefone do veterinário e o telefone do Hotel e seu celular.

Uma noite ele ligou ela estava vendo filme e estava emocionada com o filme, emocionada era pouco ela estava verdadeiramente em plantos de choro quando o telefone tocou mas tentou de recompor para atendê-lo senão ele pensaria que o apartamento teria pegado fogo! Mas ele notou alguma diferença na voz dela e elaacabou contando que ela e o Brad estavam vendo um filme e que eles estavam chorando com o filme. Ele não teve como senão rir da cena. Mas perguntou se estava tudo bem e depois alguém o chamou, alguém tipo uma mulher e ele teve que desligar e outro dia ele não voltou a ligar.

Num sábado madrugada estava frio, bem frio e ela dormia tranquilamente quando ele chegou e se deitou ao seu lado. Brad se levantou covardemente sem acordá-la, não fez alarde nenhum porque ela inocentemente achou que quando ele chegasse o Brad ia fazer maior alarde latindo, uivando, que ela acordaria na hora, mas não, ele levandou quietinho, lambeu seu dono, ficou quieto, voltou pra cama e deitou ao pé dela e deitou junto com ela e ele na cama ser nenhum alarde!

E ela o que fez? Nada! Ele simplesmente deitou comportadamente ao seu lado como se fosse um rotina normal a se fazer. Mas ela não conseguiu se fazer de boba por muito tempo ela se mexeu, virou o rosto mas com muito medo de estar com mal hálito, voltou pro lado que estava e viu que tinha alguém do lado e fingiu levar um susto ele falou: Oi, eu cheguei. Não quis te acordar porque está muito frio e aqui tá muito quente e também fiquei com preguiça de montar outra cama e deitei aqui ao lado tem algum problema se eu dormir aqui?

Ela respondeu: Ah, Oi. Foi bem de viagem? Hum..Tudo bem. Mas acho melhor eu ir embora. Tudo bem eu ir. Não tem problema. Ele na mesma hora quis se levantar. Por favor se tem problema pra você eu saio daqui agora é que realmente chega a estar nevando lá fora. Está muito frio mesmo. Não vá eu posso dormir no sofá mas não quero que se levante agora por favor. Ela disse não tudo bem. Deite. Vamos dormir, estou com tanto sono. Vamos dormir. Descanse sim. Não tem problema é que a cama é sua fico com vergonha é só isso a cama é sua estou invadindo sua provacidade mas amanhá cedo vou pra casa. Boa noite. Durma bem.

Assim. Ela tentou dormir. Ele estava tão próximo dela. Não tão próxima porque como jáo falei a cama era grande, fofa, aconchegante. Mas mesmo assim acho que parecia que os corpos tinham imãs porque ambos acabaram se aconchegando acho que pelo frio ou pelo simples fato dos opostos se atrairem. Mas ao dormirem seus corpos se enroscaram e acabaram se esquestando e ambos acordaram quase abraçados.

Ela habituada a acordar cedo para caminhar, naquele dia não conseguiu pois foi uma noite quente com calor humano que lhe fazia falta e quem a acordou foi o Brad para fazer seu passeio matinal. Ele levou um susto como havia chegado de madrugada voltou a dormir, não comentei que ele dorminhoco né. Ela se obrigou a levantar, tomou uma xícara de café e saiu para levar o Brad para suas necessidades, depois deixou-o no apartamento dele e foi para o seu para passar o dia com sua filha mas com o sorriso de orelha a orelha porque teve uma noite dos anjos, dormiu ao lado de um anjo e de um cão companheiro e amigo.

Agora restava passar um dia de domingo lindo e frio ao lado de pessoas que amava para poder acordar para a segunda-feira e ver como seria enfrentar a cara daquele com quem acabara de dormir e justamente ser aquele com quem trabalha? Que estranho mesmo que tenha sido tão inocentemente. Mas de fato tão gostoso e quente?

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