Os dias se passaram e foram tranquilos entre ela e o cão chamado Brad. Os passeios foram frequentes apesar do frio que estava fazendo. Quando ele chegou a seu destino telefonou pra avisar que estava tudo bem e para avisar que havia deixado o pagamento no balcão e alguma reserva caso ocorresse alguma coisa com o Brad assim como o telefone do veterinário e o telefone do Hotel e seu celular.
Uma noite ele ligou ela estava vendo filme e estava emocionada com o filme, emocionada era pouco ela estava verdadeiramente em plantos de choro quando o telefone tocou mas tentou de recompor para atendê-lo senão ele pensaria que o apartamento teria pegado fogo! Mas ele notou alguma diferença na voz dela e elaacabou contando que ela e o Brad estavam vendo um filme e que eles estavam chorando com o filme. Ele não teve como senão rir da cena. Mas perguntou se estava tudo bem e depois alguém o chamou, alguém tipo uma mulher e ele teve que desligar e outro dia ele não voltou a ligar.
Num sábado madrugada estava frio, bem frio e ela dormia tranquilamente quando ele chegou e se deitou ao seu lado. Brad se levantou covardemente sem acordá-la, não fez alarde nenhum porque ela inocentemente achou que quando ele chegasse o Brad ia fazer maior alarde latindo, uivando, que ela acordaria na hora, mas não, ele levandou quietinho, lambeu seu dono, ficou quieto, voltou pra cama e deitou ao pé dela e deitou junto com ela e ele na cama ser nenhum alarde!
E ela o que fez? Nada! Ele simplesmente deitou comportadamente ao seu lado como se fosse um rotina normal a se fazer. Mas ela não conseguiu se fazer de boba por muito tempo ela se mexeu, virou o rosto mas com muito medo de estar com mal hálito, voltou pro lado que estava e viu que tinha alguém do lado e fingiu levar um susto ele falou: Oi, eu cheguei. Não quis te acordar porque está muito frio e aqui tá muito quente e também fiquei com preguiça de montar outra cama e deitei aqui ao lado tem algum problema se eu dormir aqui?
Ela respondeu: Ah, Oi. Foi bem de viagem? Hum..Tudo bem. Mas acho melhor eu ir embora. Tudo bem eu ir. Não tem problema. Ele na mesma hora quis se levantar. Por favor se tem problema pra você eu saio daqui agora é que realmente chega a estar nevando lá fora. Está muito frio mesmo. Não vá eu posso dormir no sofá mas não quero que se levante agora por favor. Ela disse não tudo bem. Deite. Vamos dormir, estou com tanto sono. Vamos dormir. Descanse sim. Não tem problema é que a cama é sua fico com vergonha é só isso a cama é sua estou invadindo sua provacidade mas amanhá cedo vou pra casa. Boa noite. Durma bem.
Assim. Ela tentou dormir. Ele estava tão próximo dela. Não tão próxima porque como jáo falei a cama era grande, fofa, aconchegante. Mas mesmo assim acho que parecia que os corpos tinham imãs porque ambos acabaram se aconchegando acho que pelo frio ou pelo simples fato dos opostos se atrairem. Mas ao dormirem seus corpos se enroscaram e acabaram se esquestando e ambos acordaram quase abraçados.
Ela habituada a acordar cedo para caminhar, naquele dia não conseguiu pois foi uma noite quente com calor humano que lhe fazia falta e quem a acordou foi o Brad para fazer seu passeio matinal. Ele levou um susto como havia chegado de madrugada voltou a dormir, não comentei que ele dorminhoco né. Ela se obrigou a levantar, tomou uma xícara de café e saiu para levar o Brad para suas necessidades, depois deixou-o no apartamento dele e foi para o seu para passar o dia com sua filha mas com o sorriso de orelha a orelha porque teve uma noite dos anjos, dormiu ao lado de um anjo e de um cão companheiro e amigo.
Agora restava passar um dia de domingo lindo e frio ao lado de pessoas que amava para poder acordar para a segunda-feira e ver como seria enfrentar a cara daquele com quem acabara de dormir e justamente ser aquele com quem trabalha? Que estranho mesmo que tenha sido tão inocentemente. Mas de fato tão gostoso e quente?
sábado, 27 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Capítulo 2 - A viagem
Numa manhã antes de um dia dele viajar quando ela retornou de seu habitual passeio com o Brad, ele já havia acordado e já estava na sacada. Ela o cumprimentou, ele foi fazer carinho em seu cão como sempre. Ela foi fazer seus afazeres no apartamento dele, a cama bagunçada mas daquele jeito aconchegante, aquela imensa colcha bem fofinha, bastando dar aquelas palmadinhas nela e botá-la em seu lugar e os travesseiros em ordem e pronto tudo ficava lindo de novo. Te falei como a cama era imensa né aquela estilo king size. Cabia ele, o Brad e quem mais ele quisesse levar ali.. Depois ela deu uma arrumada no banheiro e quando ia passar o aspirador ele o chamou e a tirou de seu afazer para tomar chá com ele porque tinha uma proposta a lhe fazer.
Ou melhor. Um convite irrecusável a lhe fazer. Que passassem o dia juntos. Pois ele só a via trabalhando ela merecia uma folga, e poderiam passar o dia juntos, os três. Porém, com certa timidez, ela insistiu em continuar a fazer o serviço mas ele se negou a deixá-la continuar e disse que hoje ela seria sua convidada, que faria o almoço e começaria pelo café da manhã e se estenderia até o café da tarde.
Insistiu que ela se sentasse e pôs no balcão que dividia a sala de estar com a cozinha que não era muito grande como são os apartamento americanos, e arrumou ali, croissants, strudel, geléia e pães. Conversaram enquanto ele arrumava a cozinha pós café e depois já tirou frango do congelador pra preparar coq au vin sua especialidade segundo ele para o almoço.
Ela disse que precisava ir ao seu próprio apartamento tomar banho e arrumar algumas coisas por lá depois voltaria. Ele concordou contanto que ela não demorasse pois antes do almoço eles ainda sairiam para comprar uns legumes e verduras para acompanhar o prato. Pois, assim ela o fez. Foi rapidamente ao seu apartamento tomou um delicioso banho, mandou uma mensagem para a filha dizendo que não iria encontrá-la na escola na saída e que estaria almoçando com ele caso não estivesse em casa quando esta chegasse.
Quando retornou pro apartamento dele, este já a aguardava e foram a pé aos mercados vizinhos comprar os ingredientes necessários para o almoço e foram conversando eenquanto ela conhecia novos lugares interessantes que até então desconhecia. Pequenas quitandas onde tinham verduras frescas, frutas, e o mlehor é que mais lugares baratos e bem interessantes. Depois ele lhe mostrou onde comprava os deliciosos quitutes para o chá tipo, pães, baguetes, croiassantes, onde ele costumava tomar capuccino, marcar reunião e pequenos encontros.
Depois, retornaram ele preparou o almoço que foi maravilhoso ao som de MPB, Bossa Nova, Neil Young , James Taylor e Big Mountain. Em parceria arrumaram a pequena mas bem equipada cozinha, tomaram café e sentaram no sofá pra conversar mais um pouquinho. O Brad sempre ao lado dos dois um maravilhoso companheiro. Os dois num sofá estenderam-se como se fossem reis, ela recostou-se em outro mas estendida no tapete fofinho. O cão e seu dono pegaram no sono ela ficou admirando mas não caiu na tentação de dormir ali.
Ela se levantou, escreveu um bilhete agradecendo pelo maravilhoso dia desejou-lhe boa viagem que se daria no outro dia bem cedo e foi pra sua casa junto de sua filha.
Ou melhor. Um convite irrecusável a lhe fazer. Que passassem o dia juntos. Pois ele só a via trabalhando ela merecia uma folga, e poderiam passar o dia juntos, os três. Porém, com certa timidez, ela insistiu em continuar a fazer o serviço mas ele se negou a deixá-la continuar e disse que hoje ela seria sua convidada, que faria o almoço e começaria pelo café da manhã e se estenderia até o café da tarde.
Insistiu que ela se sentasse e pôs no balcão que dividia a sala de estar com a cozinha que não era muito grande como são os apartamento americanos, e arrumou ali, croissants, strudel, geléia e pães. Conversaram enquanto ele arrumava a cozinha pós café e depois já tirou frango do congelador pra preparar coq au vin sua especialidade segundo ele para o almoço.
Ela disse que precisava ir ao seu próprio apartamento tomar banho e arrumar algumas coisas por lá depois voltaria. Ele concordou contanto que ela não demorasse pois antes do almoço eles ainda sairiam para comprar uns legumes e verduras para acompanhar o prato. Pois, assim ela o fez. Foi rapidamente ao seu apartamento tomou um delicioso banho, mandou uma mensagem para a filha dizendo que não iria encontrá-la na escola na saída e que estaria almoçando com ele caso não estivesse em casa quando esta chegasse.
Quando retornou pro apartamento dele, este já a aguardava e foram a pé aos mercados vizinhos comprar os ingredientes necessários para o almoço e foram conversando eenquanto ela conhecia novos lugares interessantes que até então desconhecia. Pequenas quitandas onde tinham verduras frescas, frutas, e o mlehor é que mais lugares baratos e bem interessantes. Depois ele lhe mostrou onde comprava os deliciosos quitutes para o chá tipo, pães, baguetes, croiassantes, onde ele costumava tomar capuccino, marcar reunião e pequenos encontros.
Depois, retornaram ele preparou o almoço que foi maravilhoso ao som de MPB, Bossa Nova, Neil Young , James Taylor e Big Mountain. Em parceria arrumaram a pequena mas bem equipada cozinha, tomaram café e sentaram no sofá pra conversar mais um pouquinho. O Brad sempre ao lado dos dois um maravilhoso companheiro. Os dois num sofá estenderam-se como se fossem reis, ela recostou-se em outro mas estendida no tapete fofinho. O cão e seu dono pegaram no sono ela ficou admirando mas não caiu na tentação de dormir ali.
Ela se levantou, escreveu um bilhete agradecendo pelo maravilhoso dia desejou-lhe boa viagem que se daria no outro dia bem cedo e foi pra sua casa junto de sua filha.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
O cão e eles, uma estória que pode dar certo. (Cap.1)
Olha só o que comecei escrever, se tiver alguém que lê alguma coia aqui espero que goste.
Começa assim a estória desta mulher que ainda não tem nome.
Ela vive em algum lugar dos EUA onde foi acompanhar e filha e uma amiga da filha que foi estudar, ela é aposentada precocemente no Brasil, tem uma fonte de renda, mas como tem amiga estadunidense, esta a indicou para umas pessoas para que pudesse fazer uns bicos leves como arrumação, levar cães pra passear, etc.
Ela caminhava todos os dias para manter a boa forma e a fim de cuidar da saúde pois já passou dos 40 e já tá muito perto dos 50. Mas para sua idade está muito conservada. Estudou inglês às pressas no Brasil só para poder realizar seu sonho de morar fora e também para poder cuidar de sua filha e dar uma força para a filha de outros que lá mora. Estão num apartamento pequeno, mas bem arrumadinho. Em mesmo prédio tem outros apartamentos melhores. E a mãe da amiga de sua filha sabendo que ela gostaria de fazer algo mais para completar a renda a indicou para prestar alguns serviços do tipo tirar poeira do chão, tirar o lixo, levar o cachorro pra passear, e como lá esse tipo de serviço é muito caro ela tá ganhando uma boa graninha em pouco tempo de serviço pois por sorte o apartamento que pegou pra fazer a faxina é no mesmo prédio que mora e o cara é muito limpinho.
O cão é muito fofo e se chama Brad, ela passa todo dia cedo pra pegá-lo e de lá vão juntos a pé levar a filha e as colegas dela pra escola, o dono do cachorro é meio desleixado com ele mas o apartamento em si é bem arrumado a não ser a sala onde ele usa para trabalhar onde ele nunca deixa arrumar às vezes ela passa o aspirador mas tem tanto livro espalhado que nem tem lugar no sofá para sentar. Mas o Brad, ah o Brad é muito carinhoso. Ele a espera na porta, quando ela chega ele já está pronto para sair. E o dono dele é muito carinhoso com ele também acho até que dormem juntos. Quando ele não está trabalhando, ele está na sacada tomando chá ou café e fazendo carinho no Brad um verdadeiro amor.
Mas nem olhava para ela. Estrano esse cara. Mas é um homem bonito. Alto, moreno, barba por fazer, calça meio larga, camisa solta, deixa eu pensar em que tipo de homem eu poderia referenciá-lo (Javier Badem?), pasmem, isso mesmo, desse jeito, mas acho que mais bonito. Mas voltando a realidade....
Ela deveria intensificar suas idas a casa dele para que o Brad se acostumasse mais ainda a ela porque o seu dono ia fazer uma viagem de trabalho por uns dias, e com isso ela passaria a receber mais pelo trabalho o que passou a ser mais interessante para ela. Ela passou a ir pela manhã, a tarde e as vezes a noite pra ver o Brad. Pela manhã sempre a mesma rotina, levar pra passear, limpar, ir pra casa, fazer suas próprias coisas e a tarde ia pra lá levava seu livro de estudo da língua estudava, pegava o Brad ia buscar a filha voltava, deixava o cão no apartamento do seu dono ia pro seu próprio apartamento fazia suas coisas depois passava pra ver o cão.
Numa dessas tardes ele a convidou para o chá. Ela não teve como não aceitar. Foi muito tranquilo, ele conversou bastante, perguntou o que ela estava estudando como ela estava se adaptando à nova língua, se ofereceu para ajudá-la e disse de onde ele vinha e assim ela acabou sabendo que ele nasceu no Brasil mas foi pra lá muito novo e já não dominava sua língua pátria porque nunca mais havia retornado ao seu país de origem mas que acha linda as latinas.
Disse que já sentia estar perdendo seu cão de tanto amor que ele já sentia por ela e que tinha certeza que ele ficaria em boas mãos mas que ele estava muito preocupado dele dormir sozinho no apartamento e se ela se importava de passar as noites com ele pois ele temia do Brad começar a latir sem parar e que os condôminos chamassem os bombeiros para arrombar o apartamento. Mas que ele me pagaria umas diárias a mais por isso. Ela pensou no Brad, falou com sua filha por telefone e aceitou.
Começa assim a estória desta mulher que ainda não tem nome.
Ela vive em algum lugar dos EUA onde foi acompanhar e filha e uma amiga da filha que foi estudar, ela é aposentada precocemente no Brasil, tem uma fonte de renda, mas como tem amiga estadunidense, esta a indicou para umas pessoas para que pudesse fazer uns bicos leves como arrumação, levar cães pra passear, etc.
Ela caminhava todos os dias para manter a boa forma e a fim de cuidar da saúde pois já passou dos 40 e já tá muito perto dos 50. Mas para sua idade está muito conservada. Estudou inglês às pressas no Brasil só para poder realizar seu sonho de morar fora e também para poder cuidar de sua filha e dar uma força para a filha de outros que lá mora. Estão num apartamento pequeno, mas bem arrumadinho. Em mesmo prédio tem outros apartamentos melhores. E a mãe da amiga de sua filha sabendo que ela gostaria de fazer algo mais para completar a renda a indicou para prestar alguns serviços do tipo tirar poeira do chão, tirar o lixo, levar o cachorro pra passear, e como lá esse tipo de serviço é muito caro ela tá ganhando uma boa graninha em pouco tempo de serviço pois por sorte o apartamento que pegou pra fazer a faxina é no mesmo prédio que mora e o cara é muito limpinho.
O cão é muito fofo e se chama Brad, ela passa todo dia cedo pra pegá-lo e de lá vão juntos a pé levar a filha e as colegas dela pra escola, o dono do cachorro é meio desleixado com ele mas o apartamento em si é bem arrumado a não ser a sala onde ele usa para trabalhar onde ele nunca deixa arrumar às vezes ela passa o aspirador mas tem tanto livro espalhado que nem tem lugar no sofá para sentar. Mas o Brad, ah o Brad é muito carinhoso. Ele a espera na porta, quando ela chega ele já está pronto para sair. E o dono dele é muito carinhoso com ele também acho até que dormem juntos. Quando ele não está trabalhando, ele está na sacada tomando chá ou café e fazendo carinho no Brad um verdadeiro amor.
Mas nem olhava para ela. Estrano esse cara. Mas é um homem bonito. Alto, moreno, barba por fazer, calça meio larga, camisa solta, deixa eu pensar em que tipo de homem eu poderia referenciá-lo (Javier Badem?), pasmem, isso mesmo, desse jeito, mas acho que mais bonito. Mas voltando a realidade....
Ela deveria intensificar suas idas a casa dele para que o Brad se acostumasse mais ainda a ela porque o seu dono ia fazer uma viagem de trabalho por uns dias, e com isso ela passaria a receber mais pelo trabalho o que passou a ser mais interessante para ela. Ela passou a ir pela manhã, a tarde e as vezes a noite pra ver o Brad. Pela manhã sempre a mesma rotina, levar pra passear, limpar, ir pra casa, fazer suas próprias coisas e a tarde ia pra lá levava seu livro de estudo da língua estudava, pegava o Brad ia buscar a filha voltava, deixava o cão no apartamento do seu dono ia pro seu próprio apartamento fazia suas coisas depois passava pra ver o cão.
Numa dessas tardes ele a convidou para o chá. Ela não teve como não aceitar. Foi muito tranquilo, ele conversou bastante, perguntou o que ela estava estudando como ela estava se adaptando à nova língua, se ofereceu para ajudá-la e disse de onde ele vinha e assim ela acabou sabendo que ele nasceu no Brasil mas foi pra lá muito novo e já não dominava sua língua pátria porque nunca mais havia retornado ao seu país de origem mas que acha linda as latinas.
Disse que já sentia estar perdendo seu cão de tanto amor que ele já sentia por ela e que tinha certeza que ele ficaria em boas mãos mas que ele estava muito preocupado dele dormir sozinho no apartamento e se ela se importava de passar as noites com ele pois ele temia do Brad começar a latir sem parar e que os condôminos chamassem os bombeiros para arrombar o apartamento. Mas que ele me pagaria umas diárias a mais por isso. Ela pensou no Brad, falou com sua filha por telefone e aceitou.
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