terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Cap.5 - Enfim o amor.

Conforme acertado ele tocou a campainha na hora combinada, ela se vestiu feito uma menina que não saía para um encontro há anos, estava discreta, num vestido preto mas mostrando o busto, a cintura bem marcada, a saia um pouco acima do joelho, sapato alto e confortável, mas ele só veria o vestido mais tarde pois ela já estava de capa de frio. A filha e as amigas tinham ajudado a se arrumar. Estavam felizes por ela.

Foram de táxi diretamente pra um restaurante mexicano com música ao vivo. Só que o encontro não era só para eles, lá esperavam por eles os amigos dele. De certa forma foi uma surpresa boa porque era bom conhecer quem ele conhecia e saber que ele não tinha vergonha de apresentá-la como amiga dele.

E lá estava aquela com quem ele conversava no café. Ela se apresentou e ela mal entendeu quem era ela mas era alguém da universidade, mais outros casais muito simpáticos e alegres, uns muito jovens. Todos já estavam bebendo. E já embarcaram na bebida também e como ela não era acostumada a bebidas não se atreveu a beber mas experimentou algo que ele insistiu que bebericasse senão não valeria a pena ir ali.

As comidas eram quentes e muitas coisas agradáveis que a muito ela não comia, mas a música era contagiante, seus pés estavam praticamente dançando sozinhos. Será que ninguém dançava? Mas depois de algum tempo alguns levantaram pra dançar ela aproveitou a deixa e foi junto. Ele ficou conversando com seu amigo e com a Laura a amiga do café. Ela não se importou porque pelo que pareceu ele só tinha olhos para ela e ela queria dançar! E isso foi o que ela foi fazer. E seus olhos a acompanharam assim ela percebeu.

A noite foi maravilhosa ela dançava, voltava bebia, dançava com os seus amigos com outras pessoas alegres que estavam no salão. Até que a música se tornou mais lenta e ela voltou a se sentar alegre de tanto se divertir mas alegre também de um pouco de bebida. Um dos rapazem que dançava veio pedi-la para dançar ela recusou só que em seguida veio uma alegre e ela foi dançar mas depois dessa tocou outra lenta o rapaz fez que ia tirá-la para dançar mas antes que ele desse conta ele chegou e falou agora ela é minha! Sua vez acabou a dança de agora em diante é comigo a abraçou a beijou firmemente e dançou lentamente sem parar.

O tesão entre eles era tão grande que se pudessem fariam amor ali mesmo no meio do salão sem mesmo tirar a roupa só beijando de enroscando, friccionando os corpos se desejando, ardendendo de desejo um pelo outro. Ambos beberam um pouco além dos limites mas o desejo já tinha passado dos limites. Os seus amigos babavam olhando a cena, uns riam, torciam e zombavam dele, uma se torcia de dor, de raiva ou inveja e não demorou muito e foi embora não esperou no que ia dar.

Mas o casal se deliciava no meio do salão dançando, beijando loucamente. O rapaz que esperava alguma coisa se desencantou. Ela estava feliz e extasiada. Ele completamente louco de tesão. Ambos esqueceram que tinham público e queriam o silencio de um quarto uma cama quente e corpos nus e assim fizeram. Pagaram a conta do bar, despediram-se dos amigos, tomaram um táxi de volta e foram desesperadamente de volta para casa.

Mal chegaram no apartamento dele e já foram se despindo, desde a sala até o quarto ela já não tinha mais roupa. O Brad olhava de cabeça baixa, ele o expulsou do quarto. Encostou a porta para terem privacidade.
Ele acabou de tirar a roupa dela. Beijou o corpo dela como se fosse uma namoradinha que acabou de conhecer e apaixonar mas com uma pressa como se fosse um sorvete a derreter. Ela correspondia aos beijos em desespero com medo que aquilo não fosse verdade que tudo pudesse acabar mas ele tava ali beijando seu pescoço, sua barriga, coxa, perna, pés, coxa, upssss, não dava mais para respirar, ele lhe tirava o folego ela tava sem ar.

Ele ia penetrá-la ela estava em desespero, ela ia ter um orgasmo se já não tivesse tido um enquando dançava no restaurante. Há quanto tempo não sentia isso? Ah, ela ia chorar depois que gozasse desse jeito. E agora, ele ia assustar? Ele colocou camisinha tão rápido. Ele é rápido, cavalheiro, bom amante, ela vai gozar agora? Vai chorar? Ele também vai gozar agora e ela também e ela já tá chorando ele tá preocupado com ela. Ele tá perguntando se a machucou. Não, não machucou. Ela explicou que estava chorando de alegria porque tinha tido um orgasmo maravilhoso e tava chorando de alegria.

Ele a abraçou, se beijaram. O Brad chorou na porta. Ela pediu pra ele abrir. Ele abriu. Ela beijou ele e o Brad. Ele a beijou a abraçou, a beijou, beijou, beijou, beijou. Ela pediu pra tomar um banho porque tinha transpirado muito no salão a dançar. Ele arrumou toalha e roupão e ela foi tomar banho. Ela voltou ele tinha feito chá. Ele foi tomar banho, ela mandou mensagem pra filha dizendo que estava bem e que ia dormir fora. Ela se cobriu, Brad ao pé da cama ela pegou no sono ele voltou entrou embaixo do edredon a abraçou e dormiu a até recomeçar tudo de novo.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Reencontro e descobertas - Capítulo 4

A 2ª feira parece demorar a chegar ainda mais com o frio que fazia, mas finalmente quando abriu a porta estava muito quieto. Mas logo apareceu o Brad todo feliz e se pôs a lamber e querer colocar a coleira e querer passear e assim foram. Quando retornaram o apartamento já estava vazio ele já havia saído só tinha cheiro de café e parece que saiu apressado.

A tarde ela não precisou voltar pois o Brad já tinha de volta a compania do seu dono mas ela resolveu passar na cafeteria que ele lhe ensinou para tomar um capuccino e comprar uma torta para o lanche das meninas e depois terminar um trabalho que estava realiazando para conseguir um free lance numa livraria ali perto.

Ao chegar à cafeteria ela o viu em reunião com algumas pessoas mas bem ao lado de uma mulher em especial seu coração deu tantos pulos que nem queria olhar dos lados será que ele iria vê-la? Tomara que não pois ela não iria ter boa reação de tão nervosa que estava. Meu Deus ela não era mais uma criança porquê tanto nervoso? Acho que nem sua filha reagiria daquela forma em uma situação dessa. Afinal, não eram nada um pro outro a não ser amigos, patrão e empregada, por aí, por aí e nada mais. Mas não foi assim que ela reagiu seu coração batia tão acelerado que quase saiu pela boca.

Mas não tinha mais o que fazer e para piorar as coisa ele a viu, a cumprimentou e depois veio a seu encontro. Perguntou se estava tudo bem, falou que nem a tinha visto direito que estava muito corrido para ele depois da viagem que estava tendo muitas reuniões de negócios que as coisas para ele estavam indo muito bem e que ele estava ali com uns colegas de trabalho e amigos tomando um chá, que depois gostaria de lhe convidar para jantar e lhe telefonaria mais tarde, depois se despediu e voltou a mesa.

Ela decidiu não tomar capuccino nem café só comprou o que tinha que comprar deu uma olhada de canto de olho para a mesa dele e percebeu olhares para ela também, pagou sua conta e se retirou do café sem mais olhar para trás, ansiosa pelo telefonema dele mais tarde.

Só que não teve o telefonema e nada ocorreu naquele dia nem no outro quando ela nem teve notícias dele. Não o viu no apartamento a não ser o Brad e a cama desarrumada e tudo um pouco mais bagunçado o que não era o costume dele. Ela já estava com raiva e louca para não ir mais ali. Queria tanto que desse certo logo o serviço na biblioteca, seria bom por vários motivos, pro seu futuro, salário, green card e ela não sabia só limpar ela pode mais, muito mais afinal pra que estudou? Pra limpar apartamento de um cara soberbo, mas que ela achava estar totalmente apaixonada? Saiu do seu país para acompanhar e cuidar de sua filha mas não para ser faixineira. Mas e o Brad? Tem O Brad. Mas ele encontra outra pessoa para cuidar dele.

Supreendentemente, na 4ª feira quando ela e o Brad voltaram da caminhada ele estava na sacada esperando com o café na bancada. Quando os viu chegando, levantou-se deu um carinho no Brad como sempre fazia deu um beijo nela puxou um banco e a fez sentar-se para o desjejum. Como sempre, se superou. Um delicioso café, acompanhado da melhor torrada, do melhor ovo mexido, com suco, da melhor conversa, e depois da melhor explicação do porque não havia ligado para sairem.

Enquanto isso ele arrumou a cozinha, depois foi pro quarto arrumou a cama e ela o ajudou e depois ele pegou as roupas sujas arrumou na cesta pra lavar, depois foi a sala arrumou algumas coisas pegou o aspirador e ela ficou olhando sem dizer nada. Depois  abraçou o Brad, foi pra sacada sentou-se e ficou o observando ele fazendo o papel dela e ela o seu. Foi agradável aquele descanso. Depois de terminado,  a convidou para sair a um lugar para jantar e dançar. Ela aceitou. É claro. Afinal, ela não é mais uma criança e sabe que chegou a hora de uma coisa a mais nessa relação.