terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Cap.5 - Enfim o amor.

Conforme acertado ele tocou a campainha na hora combinada, ela se vestiu feito uma menina que não saía para um encontro há anos, estava discreta, num vestido preto mas mostrando o busto, a cintura bem marcada, a saia um pouco acima do joelho, sapato alto e confortável, mas ele só veria o vestido mais tarde pois ela já estava de capa de frio. A filha e as amigas tinham ajudado a se arrumar. Estavam felizes por ela.

Foram de táxi diretamente pra um restaurante mexicano com música ao vivo. Só que o encontro não era só para eles, lá esperavam por eles os amigos dele. De certa forma foi uma surpresa boa porque era bom conhecer quem ele conhecia e saber que ele não tinha vergonha de apresentá-la como amiga dele.

E lá estava aquela com quem ele conversava no café. Ela se apresentou e ela mal entendeu quem era ela mas era alguém da universidade, mais outros casais muito simpáticos e alegres, uns muito jovens. Todos já estavam bebendo. E já embarcaram na bebida também e como ela não era acostumada a bebidas não se atreveu a beber mas experimentou algo que ele insistiu que bebericasse senão não valeria a pena ir ali.

As comidas eram quentes e muitas coisas agradáveis que a muito ela não comia, mas a música era contagiante, seus pés estavam praticamente dançando sozinhos. Será que ninguém dançava? Mas depois de algum tempo alguns levantaram pra dançar ela aproveitou a deixa e foi junto. Ele ficou conversando com seu amigo e com a Laura a amiga do café. Ela não se importou porque pelo que pareceu ele só tinha olhos para ela e ela queria dançar! E isso foi o que ela foi fazer. E seus olhos a acompanharam assim ela percebeu.

A noite foi maravilhosa ela dançava, voltava bebia, dançava com os seus amigos com outras pessoas alegres que estavam no salão. Até que a música se tornou mais lenta e ela voltou a se sentar alegre de tanto se divertir mas alegre também de um pouco de bebida. Um dos rapazem que dançava veio pedi-la para dançar ela recusou só que em seguida veio uma alegre e ela foi dançar mas depois dessa tocou outra lenta o rapaz fez que ia tirá-la para dançar mas antes que ele desse conta ele chegou e falou agora ela é minha! Sua vez acabou a dança de agora em diante é comigo a abraçou a beijou firmemente e dançou lentamente sem parar.

O tesão entre eles era tão grande que se pudessem fariam amor ali mesmo no meio do salão sem mesmo tirar a roupa só beijando de enroscando, friccionando os corpos se desejando, ardendendo de desejo um pelo outro. Ambos beberam um pouco além dos limites mas o desejo já tinha passado dos limites. Os seus amigos babavam olhando a cena, uns riam, torciam e zombavam dele, uma se torcia de dor, de raiva ou inveja e não demorou muito e foi embora não esperou no que ia dar.

Mas o casal se deliciava no meio do salão dançando, beijando loucamente. O rapaz que esperava alguma coisa se desencantou. Ela estava feliz e extasiada. Ele completamente louco de tesão. Ambos esqueceram que tinham público e queriam o silencio de um quarto uma cama quente e corpos nus e assim fizeram. Pagaram a conta do bar, despediram-se dos amigos, tomaram um táxi de volta e foram desesperadamente de volta para casa.

Mal chegaram no apartamento dele e já foram se despindo, desde a sala até o quarto ela já não tinha mais roupa. O Brad olhava de cabeça baixa, ele o expulsou do quarto. Encostou a porta para terem privacidade.
Ele acabou de tirar a roupa dela. Beijou o corpo dela como se fosse uma namoradinha que acabou de conhecer e apaixonar mas com uma pressa como se fosse um sorvete a derreter. Ela correspondia aos beijos em desespero com medo que aquilo não fosse verdade que tudo pudesse acabar mas ele tava ali beijando seu pescoço, sua barriga, coxa, perna, pés, coxa, upssss, não dava mais para respirar, ele lhe tirava o folego ela tava sem ar.

Ele ia penetrá-la ela estava em desespero, ela ia ter um orgasmo se já não tivesse tido um enquando dançava no restaurante. Há quanto tempo não sentia isso? Ah, ela ia chorar depois que gozasse desse jeito. E agora, ele ia assustar? Ele colocou camisinha tão rápido. Ele é rápido, cavalheiro, bom amante, ela vai gozar agora? Vai chorar? Ele também vai gozar agora e ela também e ela já tá chorando ele tá preocupado com ela. Ele tá perguntando se a machucou. Não, não machucou. Ela explicou que estava chorando de alegria porque tinha tido um orgasmo maravilhoso e tava chorando de alegria.

Ele a abraçou, se beijaram. O Brad chorou na porta. Ela pediu pra ele abrir. Ele abriu. Ela beijou ele e o Brad. Ele a beijou a abraçou, a beijou, beijou, beijou, beijou. Ela pediu pra tomar um banho porque tinha transpirado muito no salão a dançar. Ele arrumou toalha e roupão e ela foi tomar banho. Ela voltou ele tinha feito chá. Ele foi tomar banho, ela mandou mensagem pra filha dizendo que estava bem e que ia dormir fora. Ela se cobriu, Brad ao pé da cama ela pegou no sono ele voltou entrou embaixo do edredon a abraçou e dormiu a até recomeçar tudo de novo.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Reencontro e descobertas - Capítulo 4

A 2ª feira parece demorar a chegar ainda mais com o frio que fazia, mas finalmente quando abriu a porta estava muito quieto. Mas logo apareceu o Brad todo feliz e se pôs a lamber e querer colocar a coleira e querer passear e assim foram. Quando retornaram o apartamento já estava vazio ele já havia saído só tinha cheiro de café e parece que saiu apressado.

A tarde ela não precisou voltar pois o Brad já tinha de volta a compania do seu dono mas ela resolveu passar na cafeteria que ele lhe ensinou para tomar um capuccino e comprar uma torta para o lanche das meninas e depois terminar um trabalho que estava realiazando para conseguir um free lance numa livraria ali perto.

Ao chegar à cafeteria ela o viu em reunião com algumas pessoas mas bem ao lado de uma mulher em especial seu coração deu tantos pulos que nem queria olhar dos lados será que ele iria vê-la? Tomara que não pois ela não iria ter boa reação de tão nervosa que estava. Meu Deus ela não era mais uma criança porquê tanto nervoso? Acho que nem sua filha reagiria daquela forma em uma situação dessa. Afinal, não eram nada um pro outro a não ser amigos, patrão e empregada, por aí, por aí e nada mais. Mas não foi assim que ela reagiu seu coração batia tão acelerado que quase saiu pela boca.

Mas não tinha mais o que fazer e para piorar as coisa ele a viu, a cumprimentou e depois veio a seu encontro. Perguntou se estava tudo bem, falou que nem a tinha visto direito que estava muito corrido para ele depois da viagem que estava tendo muitas reuniões de negócios que as coisas para ele estavam indo muito bem e que ele estava ali com uns colegas de trabalho e amigos tomando um chá, que depois gostaria de lhe convidar para jantar e lhe telefonaria mais tarde, depois se despediu e voltou a mesa.

Ela decidiu não tomar capuccino nem café só comprou o que tinha que comprar deu uma olhada de canto de olho para a mesa dele e percebeu olhares para ela também, pagou sua conta e se retirou do café sem mais olhar para trás, ansiosa pelo telefonema dele mais tarde.

Só que não teve o telefonema e nada ocorreu naquele dia nem no outro quando ela nem teve notícias dele. Não o viu no apartamento a não ser o Brad e a cama desarrumada e tudo um pouco mais bagunçado o que não era o costume dele. Ela já estava com raiva e louca para não ir mais ali. Queria tanto que desse certo logo o serviço na biblioteca, seria bom por vários motivos, pro seu futuro, salário, green card e ela não sabia só limpar ela pode mais, muito mais afinal pra que estudou? Pra limpar apartamento de um cara soberbo, mas que ela achava estar totalmente apaixonada? Saiu do seu país para acompanhar e cuidar de sua filha mas não para ser faixineira. Mas e o Brad? Tem O Brad. Mas ele encontra outra pessoa para cuidar dele.

Supreendentemente, na 4ª feira quando ela e o Brad voltaram da caminhada ele estava na sacada esperando com o café na bancada. Quando os viu chegando, levantou-se deu um carinho no Brad como sempre fazia deu um beijo nela puxou um banco e a fez sentar-se para o desjejum. Como sempre, se superou. Um delicioso café, acompanhado da melhor torrada, do melhor ovo mexido, com suco, da melhor conversa, e depois da melhor explicação do porque não havia ligado para sairem.

Enquanto isso ele arrumou a cozinha, depois foi pro quarto arrumou a cama e ela o ajudou e depois ele pegou as roupas sujas arrumou na cesta pra lavar, depois foi a sala arrumou algumas coisas pegou o aspirador e ela ficou olhando sem dizer nada. Depois  abraçou o Brad, foi pra sacada sentou-se e ficou o observando ele fazendo o papel dela e ela o seu. Foi agradável aquele descanso. Depois de terminado,  a convidou para sair a um lugar para jantar e dançar. Ela aceitou. É claro. Afinal, ela não é mais uma criança e sabe que chegou a hora de uma coisa a mais nessa relação.

sábado, 27 de novembro de 2010

Cap. 3 - O Retorno

Os dias se passaram e foram tranquilos entre ela e o cão chamado Brad. Os passeios foram frequentes apesar do frio que estava fazendo. Quando ele chegou a seu destino telefonou pra avisar que estava tudo bem e para avisar que havia deixado o pagamento no balcão e alguma reserva caso ocorresse alguma coisa com o Brad assim como o telefone do veterinário e o telefone do Hotel e seu celular.

Uma noite ele ligou ela estava vendo filme e estava emocionada com o filme, emocionada era pouco ela estava verdadeiramente em plantos de choro quando o telefone tocou mas tentou de recompor para atendê-lo senão ele pensaria que o apartamento teria pegado fogo! Mas ele notou alguma diferença na voz dela e elaacabou contando que ela e o Brad estavam vendo um filme e que eles estavam chorando com o filme. Ele não teve como senão rir da cena. Mas perguntou se estava tudo bem e depois alguém o chamou, alguém tipo uma mulher e ele teve que desligar e outro dia ele não voltou a ligar.

Num sábado madrugada estava frio, bem frio e ela dormia tranquilamente quando ele chegou e se deitou ao seu lado. Brad se levantou covardemente sem acordá-la, não fez alarde nenhum porque ela inocentemente achou que quando ele chegasse o Brad ia fazer maior alarde latindo, uivando, que ela acordaria na hora, mas não, ele levandou quietinho, lambeu seu dono, ficou quieto, voltou pra cama e deitou ao pé dela e deitou junto com ela e ele na cama ser nenhum alarde!

E ela o que fez? Nada! Ele simplesmente deitou comportadamente ao seu lado como se fosse um rotina normal a se fazer. Mas ela não conseguiu se fazer de boba por muito tempo ela se mexeu, virou o rosto mas com muito medo de estar com mal hálito, voltou pro lado que estava e viu que tinha alguém do lado e fingiu levar um susto ele falou: Oi, eu cheguei. Não quis te acordar porque está muito frio e aqui tá muito quente e também fiquei com preguiça de montar outra cama e deitei aqui ao lado tem algum problema se eu dormir aqui?

Ela respondeu: Ah, Oi. Foi bem de viagem? Hum..Tudo bem. Mas acho melhor eu ir embora. Tudo bem eu ir. Não tem problema. Ele na mesma hora quis se levantar. Por favor se tem problema pra você eu saio daqui agora é que realmente chega a estar nevando lá fora. Está muito frio mesmo. Não vá eu posso dormir no sofá mas não quero que se levante agora por favor. Ela disse não tudo bem. Deite. Vamos dormir, estou com tanto sono. Vamos dormir. Descanse sim. Não tem problema é que a cama é sua fico com vergonha é só isso a cama é sua estou invadindo sua provacidade mas amanhá cedo vou pra casa. Boa noite. Durma bem.

Assim. Ela tentou dormir. Ele estava tão próximo dela. Não tão próxima porque como jáo falei a cama era grande, fofa, aconchegante. Mas mesmo assim acho que parecia que os corpos tinham imãs porque ambos acabaram se aconchegando acho que pelo frio ou pelo simples fato dos opostos se atrairem. Mas ao dormirem seus corpos se enroscaram e acabaram se esquestando e ambos acordaram quase abraçados.

Ela habituada a acordar cedo para caminhar, naquele dia não conseguiu pois foi uma noite quente com calor humano que lhe fazia falta e quem a acordou foi o Brad para fazer seu passeio matinal. Ele levou um susto como havia chegado de madrugada voltou a dormir, não comentei que ele dorminhoco né. Ela se obrigou a levantar, tomou uma xícara de café e saiu para levar o Brad para suas necessidades, depois deixou-o no apartamento dele e foi para o seu para passar o dia com sua filha mas com o sorriso de orelha a orelha porque teve uma noite dos anjos, dormiu ao lado de um anjo e de um cão companheiro e amigo.

Agora restava passar um dia de domingo lindo e frio ao lado de pessoas que amava para poder acordar para a segunda-feira e ver como seria enfrentar a cara daquele com quem acabara de dormir e justamente ser aquele com quem trabalha? Que estranho mesmo que tenha sido tão inocentemente. Mas de fato tão gostoso e quente?

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Capítulo 2 - A viagem

Numa manhã antes de um dia dele viajar quando ela retornou de seu habitual passeio com o Brad, ele já havia acordado e já estava na sacada. Ela o cumprimentou, ele foi fazer carinho em seu cão como sempre. Ela foi fazer seus afazeres no apartamento dele, a cama bagunçada mas daquele jeito aconchegante, aquela imensa colcha bem fofinha, bastando dar aquelas palmadinhas nela e botá-la em seu lugar e os travesseiros em ordem e pronto tudo ficava lindo de novo. Te falei como a cama era imensa né aquela estilo king size. Cabia ele, o Brad e quem mais ele quisesse levar ali.. Depois ela deu uma arrumada no banheiro e quando ia passar o aspirador ele o chamou e a tirou de seu afazer para tomar chá com ele porque tinha uma proposta a lhe fazer.

Ou melhor. Um convite irrecusável a lhe fazer. Que passassem o dia juntos. Pois ele só a via trabalhando ela merecia uma folga, e poderiam passar o dia juntos, os três. Porém, com certa timidez, ela insistiu em continuar a fazer o serviço mas ele se negou a deixá-la continuar e disse que hoje ela seria sua convidada, que faria o almoço e começaria pelo café da manhã e se estenderia até o café da tarde.

Insistiu que ela se sentasse e pôs no balcão que dividia a sala de estar com a cozinha que não era muito grande como são os apartamento americanos, e arrumou ali, croissants, strudel, geléia e pães. Conversaram enquanto ele arrumava a cozinha pós café e depois já tirou frango do congelador pra preparar coq au vin sua especialidade segundo ele para o almoço.

Ela disse que precisava ir ao seu próprio apartamento tomar banho e arrumar algumas coisas por lá depois voltaria. Ele concordou contanto que ela não demorasse pois antes do almoço eles ainda sairiam para comprar uns legumes e verduras para acompanhar o prato. Pois, assim ela o fez. Foi rapidamente ao seu apartamento tomou um delicioso banho, mandou uma mensagem para a filha dizendo que não iria encontrá-la na escola na saída e que estaria almoçando com ele caso não estivesse em casa quando esta chegasse.

Quando  retornou pro apartamento dele, este já a aguardava e foram a pé aos mercados vizinhos comprar os ingredientes necessários para o almoço e foram conversando eenquanto ela conhecia novos lugares interessantes que até então  desconhecia. Pequenas quitandas onde tinham verduras frescas, frutas, e o mlehor é que mais lugares baratos e bem interessantes. Depois ele lhe mostrou onde comprava os deliciosos quitutes para o chá tipo, pães, baguetes, croiassantes, onde ele costumava tomar capuccino, marcar reunião e pequenos encontros.

Depois, retornaram ele preparou o almoço que foi maravilhoso ao som de MPB, Bossa Nova, Neil Young , James Taylor e Big Mountain. Em parceria arrumaram a pequena mas bem equipada cozinha, tomaram café e sentaram no sofá pra conversar mais um pouquinho. O Brad sempre ao lado dos dois um maravilhoso companheiro. Os dois num sofá estenderam-se como se fossem reis, ela recostou-se em outro mas estendida no tapete fofinho. O cão e seu dono pegaram no sono ela ficou admirando mas não caiu na tentação de dormir ali.

Ela se levantou, escreveu um bilhete agradecendo pelo maravilhoso dia desejou-lhe boa viagem que se daria no outro dia bem cedo e foi pra sua casa junto de sua filha.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

O cão e eles, uma estória que pode dar certo. (Cap.1)

Olha só o que comecei escrever, se tiver alguém que lê alguma coia aqui espero que goste.
Começa assim a estória desta mulher que ainda não tem nome.
Ela vive em algum lugar dos EUA onde foi acompanhar e filha e uma amiga da filha que foi estudar, ela é aposentada precocemente no Brasil, tem uma fonte de renda, mas como tem amiga estadunidense, esta a indicou para umas pessoas para que pudesse fazer uns bicos leves como arrumação, levar cães pra passear, etc.

Ela caminhava todos os dias para manter a boa forma e a fim de cuidar da saúde pois já passou dos 40 e já tá muito perto dos 50. Mas para sua idade está muito conservada. Estudou inglês às pressas no Brasil só para poder realizar seu sonho de morar fora e também para poder cuidar de sua filha e dar uma força para a filha de outros que lá mora. Estão num apartamento pequeno, mas bem arrumadinho. Em mesmo prédio tem outros apartamentos melhores. E a mãe da amiga de sua filha sabendo que ela gostaria de fazer algo mais para completar a renda a indicou para prestar alguns serviços do tipo tirar poeira do chão, tirar o lixo, levar o cachorro pra passear, e como lá esse tipo de serviço é muito caro ela tá ganhando uma boa graninha em pouco tempo de serviço pois por sorte o apartamento que pegou pra fazer a faxina é no mesmo prédio que mora e o cara é muito limpinho.

O cão é muito fofo e se chama Brad, ela passa todo dia cedo pra pegá-lo e de lá vão juntos a pé levar a filha e as colegas dela pra escola, o dono do cachorro é meio desleixado com ele mas o apartamento em si é bem arrumado a não ser a sala onde ele usa para trabalhar onde ele nunca deixa arrumar às vezes ela passa o aspirador mas tem tanto livro espalhado que nem tem lugar no sofá para sentar. Mas o Brad, ah o Brad é muito carinhoso. Ele a espera na porta, quando ela chega ele já está pronto para sair. E o dono dele é muito carinhoso com ele também acho até que dormem juntos. Quando ele não está trabalhando, ele está na sacada tomando chá ou café e fazendo carinho no Brad um verdadeiro amor.

Mas nem olhava para ela. Estrano esse cara. Mas é um homem bonito. Alto, moreno, barba por fazer, calça meio larga, camisa solta, deixa eu pensar em que tipo de homem eu poderia referenciá-lo (Javier Badem?), pasmem, isso mesmo, desse jeito, mas acho que mais bonito. Mas voltando a realidade....

Ela deveria intensificar suas idas a casa dele para que o Brad se acostumasse mais ainda a ela porque o seu dono ia fazer uma viagem de trabalho por uns dias, e com isso ela passaria a receber mais pelo trabalho o que passou a ser mais interessante para ela. Ela passou a ir pela manhã, a tarde e as vezes a noite pra ver o Brad. Pela manhã sempre a mesma rotina, levar pra passear, limpar, ir pra casa, fazer suas próprias coisas e a tarde ia pra lá levava seu livro de estudo da língua estudava, pegava o Brad ia buscar a filha voltava, deixava o cão no apartamento do seu dono ia pro seu próprio apartamento fazia suas coisas depois passava pra ver o cão.

Numa dessas tardes ele a convidou para o chá. Ela não teve como não aceitar. Foi muito tranquilo, ele conversou bastante, perguntou o que ela estava estudando como ela estava se adaptando à nova língua, se ofereceu para ajudá-la e disse de onde ele vinha e assim ela acabou sabendo que ele nasceu no Brasil mas foi pra lá muito novo e já não dominava sua língua pátria porque nunca mais havia retornado ao seu país de origem mas que acha linda as latinas.

Disse que já sentia estar perdendo seu cão de tanto amor que ele já sentia por ela e que tinha certeza que ele ficaria em boas mãos mas que ele estava muito preocupado dele dormir sozinho no apartamento e se ela se importava de passar as noites com ele pois ele temia do Brad começar a latir sem parar e que os condôminos chamassem os bombeiros para arrombar o apartamento. Mas que ele me pagaria umas diárias a mais por isso. Ela pensou no Brad, falou com sua filha por telefone e aceitou.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Apanhadora de Sonhos.

Domingo passado eu passeava pelo shopping e fui procurar novo livro pra ler tendo em vista que eu havia terminado de ler Hush, Hush e pelo que eu saiba ainda não há nas livrarias a continuação.
Daí encontrei o livro Wake (despertar) que conta a estória de uma adolescente que entra nos sonhos das pessoas, o nome dela é Janie. Vive com a mãe alcóolatra num bairro pobre. Tem uma melhor amiga chamada Carrie.
Janie sofre com essa maldição (como ela chama) de entrar nos sonhos dos outros, pq ela se cansa, e sofre os piores pesadelos com as pessoas. Mas ela conhece Cabel que fará a vida dela um mundo melhor, mas sua sina é mesmo aquela e não tem como mudar.
O livro acaba sendo uma lição de vida. Já li os 3 (Wake, Fade e Gone) no livro Wake ainda vem 11 páginas sobre a estória do ponto de vista do Cabel. Li, gostei. Me emocionei, no segundo livro meu coração acelerava de emoção. Mexeu cmg, pq qdo leio eu entro na vida dos personagens.
Apanhadora de sonhos mostra que devemos viver um dia de cada vez, não sofrer com antecipação, enfrentar o que está por vir, ser forte, porque quem disse que viver é fácil?

 


 

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Anjos.

Comecei nova temporada de leituras, como a série Sookie novel parou no 10º livro e achei meio sem gracinha....comprei Fallen e achei bem legal. Depois comprei Sussuro - hush, hush e tb gostei. Mas as estórias são praticamente as mesmas. Meninos maus que se apaixonam pela menina legal e depois passa a defendê-la e ambos se apaixonam loucamente.
São estórias de sonhos que ainda restam implantandos em nossa memória de encontrar o cara que ao mesmo tempo seja bonzinho conosco mas tem akele lado de bad boy. Ainda são os mesmos sonhos da menina encontrar aquele que a irá defendê-la de td e de todos, mesmo ela sendo a menina corajosa e valente. No fundo é a estória se repetindo. No fundo ainda são lembranças de que o homem deve assumir o papel de protetor, o papel do pai que cuida e protege seu filho. Mas afinal, toda mulher sonha com esse homem que na realidade não existe. Será por isso que a maioria dos homens estão mudando pq no fundo eles tb kerem ser protegidos?

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Sangue Fresco


True Blood - série de TV dramática estadunidense criada por Alan Ball, baseada na série de livros Southern Vampires da americana Charlaine Harris. O programa é exibido pela HBO nos Estados Unidos e foi ao ar pela primeira vez no dia 7 de Setembro de 2008.

True Blood fala sobre a co-existência de vampiros e humanos em "Bon Temps", uma pequena cidade fictícia localizada no Louisiana. A série é focada em Sookie Stackhouse (Anna Paquin), uma garçonete telepata que se apaixona pelo vampiro Bill Compton (Stephen Moyer).

Exibida no Brasil pela HBO, domingo às 22h horário de Brasília.

A primeira temporada recebeu elogios da crítica e ganhou vários prêmios, incluindo um Globo de Ouro, um Emmy e quatro Satellite Awards. A segunda temporada estreou em 14 de junho de 2009 e teve indicações e prêmios significativos, além de ser bastante elogiada pela crítica. Em 30 de julho de 2009, confirmou-se que True Blood seria renovada para uma terceira temporada, que começaria a ser filmada em 03 de dezembro de 2009, indo ao ar em 13 de junho de 2010. Pela boa repercussão do seriado, está confirmada a Quarta temporada. (por wikipedia.org)

Gente..esta é uma das minhas paixões e estou ansiosa para rever a Sookie, o Bill, o Eric, Pam, Tara, Sam e outros novamente. É uma série maravilhosa. Quente, envolvente, cômica, romântica e não consigo deixar de ver. Os livros então,,,nem se fale!

sexta-feira, 4 de junho de 2010

E por falar em amor,

Por falar em amor onde anda você, é já dizia Vinícius de Moraes.....
O amor está sempre no ar mas não parece estar no coração quando se diz em partilhar.
Ando assustada com o mundo, com as pessoas e com o rumo que as coisas vão.
Meu prazer é ler os romances que muitas vezes envolvem vampiros, amores sobrenaturais e eternos, esses sim me fascinam!
De uns tempos pra cá li muitos livros que posso chamar de livros para adolescentes os quais nem minha filha de 15 anos não quer ler porque acha muito meloso e melodramático.
São tantas coisas mal feitas e impossíveis de se resolver que talvez tenha me envolvido num mundo mágico mas o mundo real me cerca segundo a segundo disso não tenho como fugir nem posso.
Mas posso escolher o que ler e o que sonhar disso ninguém pode me tolher.
Creio que seria mais frutífero se eu estudasse, pois assim incentivaria minha filha e os que me cercam pois o mundo que nos cerca é dos que estudam e não estudam pouco tem que ser muito.
Mas nada como depois de um longo dia de trabalho prazeiroso mas árduo e ler um livro doce, cheio de tesão mas nada tenso e sim inocente e gostoso.
A verdade é que a vida e a realidade do país tá complicada, difícil.
A vida se baseia em poder, em dinheiro e consumismo.
O prazer pelas coisas mais simples e belas acabaram.
Estamos à mercê de quem? Em quem podemos confiar?

sábado, 16 de janeiro de 2010

Haiti




Haiti
Caetano VelosoComposição: Caetano Veloso e Gilberto Gil

Quando você for convidado pra subir no adro Da fundação casa de Jorge Amado.
Pra ver do alto a fila de soldados, quase todos pretos.
Dando porrada na nuca de malandros pretos.
De ladrões mulatos e outros quase brancos.
Tratados como pretos. Só pra mostrar aos outros quase pretos(E são quase todos pretos). E aos quase brancos pobres como pretos. Como é que pretos, pobres e mulatos. E quase brancos quase pretos de tão pobres são tratados. E não importa se os olhos do mundo inteiro. Possam estar por um momento voltados para o largo. Onde os escravos eram castigados. E hoje um batuque um batuque. Com a pureza de meninos uniformizados de escola secundária. Em dia de parada. E a grandeza épica de um povo em formação. Nos atrai, nos deslumbra e estimula.
Não importa nada:Nem o traço do sobrado. Nem a lente do fantástico, Nem o disco de Paul Simon. Ninguém, ninguém é cidadãoS. e você for a festa do pelô, e se você não for. Pense no Haiti, reze pelo Haiti. O Haiti é aqui. O Haiti não é aqui. E na TV se você vir um deputado em pânico mal dissimulado. Diante de qualquer, mas qualquer mesmo, qualquer, qualquer Plano de educação que pareça fácil. Que pareça fácil e rápido. E vá representar uma ameaça de democratização. Do ensino do primeiro grau. E se esse mesmo deputado defender a adoção da pena capital. E o venerável cardeal disser que vê tanto espírito no feto. E nenhum no marginal. E se, ao furar o sinal, o velho sinal vermelho habitual. Notar um homem mijando na esquina da rua sobre um saco Brilhante de lixo do Leblon. E quando ouvir o silêncio sorridente de São Paulo Diante da chacina111 presos indefesos, mas presos são quase todos pretos. Ou quase pretos, ou quase brancos quase pretos de tão pobres. E pobres são como podres e todos sabem como se tratam os pretos. E quando você for dar uma volta no Caribe. E quando for trepar sem camisinha. E apresentar sua participação inteligente no bloqueio a Cuba. Pense no Haiti, reze pelo Hait. iO Haiti é aqui. O Haiti não é aqui.